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Ludimilla Oliveira

Mossoroense, é Professora da UFERSA, atua na área interdisciplinar, Doutora em Arquitetura e Urbanismo, pesquisadora, escritora, é sócio- correspondente da União Brasileira de Escritores UBE-RJ, pertence aos quadros da Associação de Escritores de Mossoró – ASCRIM, da Associação Litero-Artística de Mulheres Potiguares – ALAMP, é sócia efetiva, cadeira 148 do Instituto Histórico e Geográfico do RN, é imortal cadeira 37 da Academia de Ciências Jurídicas e Sociais de Mossoró – ACJUS, é imortal cadeira 23 da Academia Mossoroense de Letras – AMOL.

Toda mulher precisa de atitude!

Nada de adágios e populismos dilacerados para confundir a personalidade e à  intensidade nebulosa e introspecta de cada mulher. É na vicissitude da pluralidade e no respeito,  que se  precisa para começar a delinear às diferenças. Às vezes, penso que são  as inconsistências assertivas acerca de ser mulher que denotam uma  fragilidade que não…
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O que se vê, se vive!

O tempo cinza em dias frios, nem sempre é um bom cenário para ler um livro. Assim, como existem dias ensolarados sem alegria. As incertezas, definem o momento, mas os rumos a serem seguidos dependem de alento, determinação, coragem e fé. O aspecto nebuloso e ao mesmo tempo deslumbrante de dias invernosos nos fazem refletir sobre muitas coisas,…
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Mães: ninhos cheios ou vazios…

Em tempos de distanciamento social e maior tempo em família, tenho percebido o paradoxo enigmático, do ninho vazio. Estive, observando o mundo virtual os comentários nas redes sociais dos enfrentamentos das famílias com seus filhos, em viver de maneira concomitante com o desejo de está fora de casa, e ao mesmo tempo permanecer com rotinas…
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Fecha à sepultura, foco na vida!

Ignorar a realidade que se vive, ninguém pode e nem deve fazer. Mas, uma coisa nós podemos avaliar: a vida é mesmo efêmera, é cercada por várias muralhas e derrubar cada uma depende de disposição para vencer os desafios. Talvez, poucas vezes se pare para meditar acerca da força propulsora emitida pela coragem de enfrentar, pela acreditação que…
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Marcas do que se foi, sonhos nós podemos ter

É certo que os dias realmente não são iguais. Apesar de um caminho percorrido poder ter a mesma trajetória diária, é preciso mudar o ângulo de visão para ver diferente, alinhar o foco é primordial, mesmo vivendo em plena pandemia. Na jornada da vida, o marco temporal, depende muito de nós. Existem pessoas esperando por mais um dia, assim como…
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