A HORA DA USINA E DA FITEMA

A COMEMSA (Cia Melhoramentos de Mossoró S/A) era a empresa de energia elétrica em Mossoró. Energia produzida por uma usina termelétrica. A FITEMA (Fiação Tecelagem Mossoró S/A) fabricava tecidos simples para sacos de embalar cereais. Ambas na região central da cidade, próximo ao rio, de um lado e de outro, a primeira na Jerônimo Rosado e a outra no…
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SINDICATO DOS SALINEIROS

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Extração do Sal do RN. Extenso nome do que ficou conhecido simplesmente por sindicato dos salineiros. Havia uma discussão se salineiro era o dono ou trabalhador de salinas. O “Aurélio” diz que é quem fabrica ou vende o sal. Portanto, pega todo mundo. Foi provavelmente a segunda instituição sindical da…
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OS OUTROS CONVIVAS DO RIO MOSSORÓ

Outros personagens, além das lavadeiras, compunham a paisagem humana do rio. Antes da década de 1970 Mossoró possuía uma pequena e precária rede de distribuição de água encanada, que cobria a região central da cidade. As demais residências dependiam da água do rio para as necessidades básicas e a função de fazê-la chegar às casas era exercida pelos…
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O RIO E AS LAVADEIRAS

Carlos Drumond de Andrade, no início do conto “As Lavadeiras de Mossoró” diz que “cada uma tem sua pedra no rio”. De fato. As pedras, pedaços de rochas de arenito silicoso, superfície polida e mais ou menos plana, altura de alguns centímetros, área de cerca de um metro quadrado e formas variadas, eram bancadas para lavagem de roupas. Segundo…
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O RIO MOSSORÓ

Outro dia falei sobre as cheias do Rio Mossoró. Hoje quero me referir ao rio em si, que está aí, mas não é mais o mesmo. Em 2007, li no blog do agora saudoso Nilo Santos que o padre Sátiro Cavalcanti abordara em homilia o problema da poluição do Rio Mossoró. Criticara ações de marketing e, objetivamente, incluíra até o bispo no rol de…
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O CARNAVAL NO QG DA FOLIA 2

O carnaval se expressava em todas as suas formas, nas tardes da Pça. Rodolpho Fernandes até os anos 70. Havia lança-perfumes, confetes e serpentinas. Tambores, latas, triângulos, chocalhos, apitos, cornetas e outras coisas serviam para fazer barulho. As pessoas vinham em grupo ou como foliões solitários, vestiam-se de palhaço, pulavam em blocos de…
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AS CHEIAS DO RIO MOSSORÓ

O transbordamento das águas do leito natural do rio, à altura da área urbana de Mossoró, era um transtorno afetando principalmente o centro e os bairros Pereiros, Paredões e Barrocas que tinham casas e estabelecimentos comerciais invadidos pela enxurrada. A Pça. Rodolpho Fernandes e o atual local da Cobal pareciam grandes lagos. Por outro lado, era…
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CARROS DE PRAÇA

Denominação anterior para taxi e, mais recentemente, carro de aplicativo, a expressão “carro de praça” ou “carro de aluguel” identificou por muito tempo esse importante serviço na vida das cidades, o transporte particular de quem não possui, não pode ou não quer usar em algum momento o carro próprio. Tempo de poucos automóveis nas ruas,…
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O BURACO DO TATU

Foi provavelmente em 1960 (um ano a mais ou a menos) que o cidadão Antonio Mota, aproveitando um terreno vazio de construções, na Av. Alberto Maranhão e comunicando-se com a Av. Rio Branco, próximo à Estação Ferroviária, levanta ali, à sombra de uma árvore alta, um barraco de madeira onde implantaria um pequeno comércio informal que de tão pequeno…
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ANTIGAS PADARIAS DE MOSSORÓ

Não por acaso, antigas padarias de Mossoró permanecem na memória afetiva dos que as conheceram. Lembremos daquelas existentes nas décadas de 1950 a 1970, nominando todas as da região central e algumas de bairros. Dessa lista, só uma ou outra chegou aos dias atuais. Das padarias do centro, três estavam no trecho entre as praças Rodolpho Fernandes…
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