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Coisas que se foram antes

Amós Oliveira é mossoroense, médico e servidor público federal aposentado.

CRÔNICA

OS CLUBES DA JUVENTUDE

A palavra clube transmite-nos a noção de consórcio de gente interessada em determinado tipo de atividade, como esporte, cultura, filantropia, música, diversão. Ou simplesmente de reunião de pessoas…
CRÔNICA

O COMÉRCIO NA MÁRIO NEGÓCIO

Ao fim da década 1950 e por toda a década seguinte a Rua Mário Negócio tinha piso de paralelepípedo e era um misto de rua comercial e residencial. A parte comercial dominava o quarteirão próximo à…
OPINIÃO

PRAÇA DO CODÓ

O nome era uma referência pejorativa atribuída à praça por uma das correntes da disputa política local. Significava que os que eram contrários a essa corrente, e que faziam seus comícios principais…
CRÔNICA

MANÉ FOGUETEIRO

Na canção antiga, Mané Fogueteiro era aquele que encantava as crianças, fazendo rodinhas, soltando balões, na vila distante de Três Corações. Essas figuras, de fato, existiam por aqui também. Não eram…
CRÔNICA

MOEDA EM PAPEL DE CIGARRO

Ela existia indiferente a reformas monetárias, inflação, flutuação do câmbio, bolsa de valores e boatos da política. O valor da moeda feita com o papel de embalagens de maços de cigarros era atrelado…
CRÔNICA

VARIG É DONA DA NOITE

Na programação noturna de várias emissoras de rádio espalhadas pelo Brasil havia um momento cativo dedicado à música orquestral ou instrumental. Instantes de devaneio musical proporcionado por grandes…
OPINIÃO

OLHA O GARRAFEIRO!

Esse, definitivamente, é personagem do passado. Ele se antecipou, sem saber, ao tempo de preocupação ambiental que incorporou a prática da reciclagem de materiais aos hábitos de parte da população,…
OPINIÃO

OLHA O LEITE!

Palavras como pasteurização, pasteurizado, não eram conhecidas de muitas pessoas entre nós, até meados dos anos 1960. Elas vieram junto com o leite embalado em saquinhos plásticos ou em embalagens…
CRÔNICA

PROFESSORES COMO REFERÊNCIA

Houve tempos em que professores estavam entre as maiores referências para crianças e jovens. Modelo do que queriam ser quando crescessem. Não que desejassem necessariamente ser professores. Para…
CRÔNICA

A HORA E A VEZ DE SARUÊ

“Saruê pendurou as chuteiras e ficou pobre e só...”. A frase é de uma crônica do Professor Raimundo Nonato da Silva e está no livro “Futebol de Mossoró. Pequenas grandes histórias”, de Lupércio…
OPINIÃO

COLEGAS ESTUDANTES

Quando penso em estudantes da minha época, a lembrança não se limita àqueles com quem convivemos diretamente, na mesma sala, em salas vizinhas, do mesmo turno e do mesmo nível. Sim! Esses a memória…
CRÔNICA

O CAMINHO DA ESCOLA

Na manhã, tarde ou noite, sucessivamente, conforme o nível do curso, o caminho era quase o mesmo. Algumas variações eram permitidas pelas muitas ruas, de três bairros existentes entre os dois pontos.…
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