Quando não há o que dizer, só resta atacar

 

Os prefeitos de Governador Dix-sept Rosado, Antônio Feire Filho (MDB) o Bolota, e de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP) carregam algumas semelhanças administrativas entre si.

Guardadas as devidas proporções, Bolota e Rosal (mal) administram cidades com volume de recursos que saltam aos olhos. Ambos realizam gestões pífias e, por fim, mostram a mesma falta de capacidade para absorver críticas.

Rosalba e Bolota utilizam o mesmo expediente quando jornalistas apontam seus desmandos: atacar. Fazer acusações infundadas, desqualificar os críticos e ameaçar são alguns dos artifícios utilizados.

A grande questão é que tanto Rosalba quanto Bolota esquecem duas premissas importantes. A primeira delas é simples: para cada denúncia feita pelos jornalistas, que eles contestem com dados, fatos e, principalmente, documentos. Segundo, precisam entender que são gestores públicos, alçados à condição de prefeitos pela vontade popular e estão sujeitos às importunações próprias do regime que os fez estar onde estão.

Atacar, verdadeiramente, não é a solução, não traz carimbo de honestidade nem responde aos questionamentos feitos pela imprensa que são questionamentos para os quais as respostas não atendem a desejos dos jornalistas, mas à necessidade de que suas gestões sejam corretas, legais e sem desvios – de conduta e/ou de recursos.

 

ROMBO INEXPLICÁVEL

O déficit público fechou 2019, primeiro ano do (des) governo Bolsonaro, como sendo o pior dos últimos 4 anos. Inexplicável que assim tenha ocorrido, pois Bolsonaro acabou com direitos trabalhistas, não concedeu reajuste salarial com ganho real para os trabalhadores, pôs fim a investimentos públicos. O governo não gastou com a população, mas a dívida pública aumentou. Estranho demais. Terá sido o cartão corporativo? A compra de deputados para aprovação de reformas? Mistério.

CADÊ O CONCURSO?

Mesmo com uma grande carência de professores na rede municipal de ensino, a prefeita Rosalba Ciarlini dá demonstração de que não vai mesmo realizar concurso para a área. No segundo semestre do ano passado, a secretária da Educação, Magali Delfino, afirmou a diretores, durante reunião, que o edital seria lançado até o final do ano de 2019. Parece que desistiram.

CADA VEZ PIOR

Sempre que cogitam a queda de um ministro de Bolsonaro, fico de orelha em pé. Os que estão são muito ruins, mas a cada substituição entram outros ainda piores. Vejamos os casos da Educação, e secretaria da Cultura.

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