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Coisas que se foram antes

Amós Oliveira é mossoroense, médico e servidor público federal aposentado.

CRÔNICA

FELIZ NATAL! PRÓSPERO ANO NOVO!

As coisas não mudaram muito em relação aos fins de ano, ao longo das últimas décadas, pelo menos. É sempre um momento de emoções muito fortes, pois embora o que esteja terminando mesmo seja o ciclo de…
OPINIÃO

AS NOITES NO CINEMA

Sete dias por semana, havia um programa que não mudava. As noites nos cinemas eram “opções obrigatórias”, se permitem a contradição. O que mudava, aí sim, a cada dia (melhor: a cada noite) eram os…
OPINIÃO

UMA CASA NORDESTINA

A cultura determina, entre outras coisas, o modo como vivem as pessoas. Cultura é algo complexo. Fatores físicos, sociais, econômicos, tecnológicos e outros fundem-se em valores pela consciência e…
OPINIÃO

OFICINAS MECÂNICAS

Se alguém se referia a “oficina” nem precisava esclarecer que falava de oficina mecânica, especificamente oficina de mecânica de automóveis. Em Mossoró, as “oficinas” ficavam quase todas em um…
OPINIÃO

A APURAÇÃO

Eram, pelo menos, três dias de atenções voltadas exclusivamente para um mesmo assunto. Isso quando as eleições eram apenas municipais. População menor e, portanto, número menor de eleitores, época em…
CRÔNICA

MANOELITO E JOÃO LOURINHO

Lá pela década de 1950, quem precisasse ou quisesse, em Mossoró e possivelmente até na região mais próxima, fazer uma foto, ou como se dizia, tirar um retrato, quase não tinha opção além dos dois…
OPINIÃO

COMPRANDO NA PORTA

Vendedor que oferece seus produtos pelas ruas, gritando pregões à frente das residências na expectativa de ver sair o cliente interessado, isso é coisa antiga. Mas, os meios de descolamento nesse…
CRÔNICA

VELHOS HOTÉIS DE MOSSORÓ

Mossoró tem uma situação geográfica particular que relaciona a cidade a viajantes. Meio do caminho entre duas capitais e centro econômico importante na convergência de número expressivo de municípios…
CRÔNICA

PEGADORES DE BALDES

Como nome de profissão poderia soar estranho. E pegador de balde não era mesmo profissão, mas uma forma de ganhar, não a vida, que por mais simples que fosse não estaria ganha com tão pouco, mas…
CRÔNICA

ENGRAXATES

Penduradas por uma das mãos, as caixas de madeira, de formato retangular ou, mais comumente, trapezoide, com cerca de 40 centímetros de comprimento por, no máximo, 30 de largura e 15 de altura. Uma…
OPINIÃO

ESCOLA 30 DE SETEMBRO

Os uniformes azul e branco em meio ao típico cenário de gente circulando a pé pelas ruas da cidade naquela época, não era só das normalistas. Estas, sem dúvida, eram a referência em relação ao…
CRÔNICA

NO TEMPO DOS TELEGRAMAS

O uso de abreviaturas não é algo novo. É comum na escrita convencional, por exemplo em expressões de tratamento formal, especialmente de autoridades e em tantas outras situações que permitem ganho de…
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