Nossa retumbante falta de empatia

Numa pandemia, é obrigação dos governos adotar as medidas para superá-la. Nessa, como em muitas outras situações, a participação da sociedade é fundamental. É nosso papel cobrar essas ações, exigir que as autoridades façam aquilo que lhes é obrigação. Na situação atual, essa nossa responsabilidade é redobrada. Buscar que os governantes façam o que é necessário não é nosso único dever. Também cabe a nós fazer nossa parte. No caso da pandemia do novo coronavírus, por tudo o que já sabemos sobre ela, nunca foi tão necessário que cumpramos com nosso dever. Manter o isolamento social, usar álcool em gel, defender a ciência, respeitar protocolos sanitários. Infelizmente, grande parte da população não tem feito nem uma coisa nem outra. Não cobra do governo e, pior, não se cuida, expondo parentes e amigos ao risco real de infecções e perigo de morte. Independente de a escolha por ir a festas, baladas e praias, para ficar apenas nesses exemplos, estar orientada por qualquer orientação política, uma coisa é muito certa: nunca, em toda história de nosso país, a nossa falta de empatia foi tão grave, profunda e criminosa. Quanto mais as mortes por covid se avolumam, mais a falta de cuidados das pessoas se mostra evidente. Assustador demais.

 

MARCIANO MATIAS

O professor Marciano Matias perdeu a batalha para a covid. Não sem antes lutar. Não sem antes dar exemplo. Não sem antes enfileirar as trincheiras em defesa de uma sociedade melhor. A todos que sofrem com a perda, nossa solidariedade.

 

DETRAN LENTO

O Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Norte (DETRAN) em Mossoró realiza atendimentos a partir de agendamentos. Infelizmente, mesmo com essa nova metodologia, o tempo de espera para o atendimento ainda é grande. É preciso melhorar.

 

SEM PERSPECTIVAS

O investimento do governo federal com educação em 2020 foi o menor nos últimos 10 anos.

 

AUXÍLIO X POLÍTICAS

Não pode ser chamada de outra coisa senão chantagem, a proposta do governo de somente liberar o auxílio emergencial se forem reduzidos os investimentos em políticas públicas como educação e saúde.

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