Da utilização dos prédios públicos

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte tem buscado otimizar o uso dos prédios públicos. Em Mossoró, pelo menos 3 medidas adotadas pela governadora Fátima Bezerra (PT) chamaram a atenção, por redundarem em economia aos cofres públicos, por mostrarem a disposição da gestora para contribuir com outras gestões e por gestos humanitários.
A primeira situação se refere à decisão, tomada em conjunto com a direção da Décima Segunda Diretoria Regional de Educação e Cultura (12ª DIREC) de transferir a sede do órgão de um prédio alugado para as dependências da Escola Estadual Jerônimo Rosado. A 12ª DIREC funcionava em prédio alugado. A mudança significou a economia de recursos públicos.
A gestão estadual também tem buscado contribuir com as gestões municipais. Independente da linha ideológica dos prefeitos(as). A governadora doou, por exemplo, o antigo prédio da extinta Fundação da Criança e do Adolescente (FUNDAC) à prefeitura de Mossoró que o reformou e o transformou na sede do Hospital Psiquiátrico da cidade.
Fátima também cedeu o prédio e o terreno da Escola Estadual Jardim de Infância Modelo para a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) por um período de 15 anos.
São atos, ações, atitudes que revelam o espirito público da governadora. Não são apenas decisões burocráticas, mas gestos que apontam para a realização de uma gestão compromissada com a vida, com valores e com o desejo de ajudar. A história reconhecerá.

 

CUNHA NA MÍDIA
Incrível que a grande mídia ainda dê holofotes ao ex-deputado Eduardo Cunha. O ex-presidente da Câmara Federal reúne em si o que de pior puder ser encontrado num ser humano.

 

MÍDIA PARA ROBERTO
Chamou a atenção, inclusive, uma jornalista potiguar tem feito uma “entrevista escada” para o também ex-deputado Roberto Jefferson propagar suas ideias golpistas, de incitação à desordem, de desrespeito á democracia, de estímulo á violência e de desvalorização da vida.

 

NATUZA PREOCUPADA
A jornalista Natuza Neri revelou hoje estar preocupada com o fato de Bolsonaro e seus seguidores cometerem crimes seguidamente sem se importarem com o futuro. “O cargo brinda hoje, mas o cargo não é eterno”, afirmou.

 

EXPLICAÇÃO SIMPLES
Só uma explicação para essa postura de Bolsonaro genocida, militares desavergonhados e ministros milicianos: a sensação de que ficarão nos cargos enquanto estiverem vivos.

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