Educação

Em Brasília, reitora busca alternativas para crescimento da Ufersa

Na pauta uma das demandas a melhoria dos serviços oferecidos pela Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicação – Sutic

A reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), professora Ludimilla Oliveira, cumpriu agenda administrativa nesta quarta-feira (14) no Ministério da Educação, em Brasília.

Na pauta uma das demandas a melhoria dos serviços oferecidos pela Superintendência de Tecnologia da Informação e Comunicação – Sutic. “O secretário Wagner Villas Boas se comprometeu em analisar os nossos pleitos”, adiantou.

Ainda segundo a reitora, a Ufersa precisa se preparar para o retorno presencial, porém, ela considera inviável um retorno pleno no decorrer desse ano. “Não temos condições para receber 100% dos estudantes de forma presencial”, adiantou. Para o retorno pleno será preciso uma readequação nas tecnologias de informação, bem como no espaço das salas de aula.

Outra preocupação repassada ao secretário Wagner diz respeito ao curso de Medicina. “Precisamos oferecer preceptoria em saúde e estágios para os estudantes que se encontram na fase final do curso”, relatou. Na ocasião, a professora solicitou ao secretário uma inspeção do Mec para averiguar in loco essa demanda na Ufersa.

A questão orçamentária e a abertura de novos códigos de vagas também foram pontos apresentados como premissas para o crescimento institucional.

Licenciaturas

Com os assessores especiais do Mec, Carlos Nadalim e, a professora Inêz Borges, a conversa girou em torno de melhorias nos cursos de licenciaturas (presenciais e a EaD), com o sentido de melhorar a área de humanas na Universidade. “No segundo semestre vamos organizar um evento no Campus Angicos para tratar exclusivamente das licenciaturas, inclusive, apresentar projeto de extensão para ser desenvolvido junto às escolas públicas localizadas no entorno da Universidade”, adiantou.

Considerando os encontros no Mec animadores, a reitora se mostra “esperançosa com a melhoria da tecnologia e na consolidação dos cursos”. Segundo ela, tudo vai depender da aprovação orçamentária. “A gestão trabalha nesse sentido e temos o apoio do Ministério da Educação para alcançar os nossos objetivos”, acredita.

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