Pecuária

Projeto Leite e Genética recebe novas adesões de bovinocultores até 31 de março

O projeto oferece consultorias, atendimentos e técnicas reprodutivas, como inseminação artificial e fertilização in vitro, com subsídios de até 70% para os pecuaristas participantes

Pecuaristas de todas as regiões do estado interessados em aperfeiçoar o padrão genético do rebanho, já podem participar do Projeto Leite e Genética, que visa dar suporte técnico aos bovinocultores. O projeto que foi desenvolvido pelo Sebrae e tem a execução do Instituto BioSistêmico (IBS), está com inscrições abertas para novas adesões até o dia 31 março.

É a oportunidade para o pecuarista potiguar receber consultorias tecnológicas com foco na elevação da produção e produtividade da carne e leite bovino. As inscrições podem ser feitas nos pontos de atendimento do Sebrae em Natal e no interior, nas cidades de Assu, Apodi, Caicó, Currais Novos, João Câmara, Nova Cruz, Mossoró, Santa Cruz e Pau dos Ferros. Informações podem ser obtidas por meio do telefone  (84) 3616-7853.

Desenvolvido há mais de cinco anos, o projeto tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento genético da bovinocultura de leite e corte no Rio Grande do Norte, além de identificar, organizar, estruturar e melhorar, de maneira estratégica a oferta de leite e carne.

O projeto contempla o CRIATF Leite e Corte, que oferta atendimentos com rufião Móvel e Vaca Móvel, além inseminação artificial dos bovinos, e o Gene Leite e Gene Corte, que faz a técnica da fertilização in Vitro. O Sebrae custeia 70% do valor das consultorias prestadas na propriedade e o produtor entra com 30%.

Para o produtor Marcelo Vitor Lopes de Oliveira, do município de Jucurutu, a adesão ao projeto foi fundamental para iniciar o melhoramento genético do rebanho e aprimorar a gestão da propriedade. Há quatro anos, ele aderiu ao projeto e hoje tem bons resultados para compartilhar do CRIATF e do Gene Leite. “As bezerras nascidas de ITAF já deram cria e logo começarão a nascer as crias fruto de Fertilização in Vitro. Graças ao projeto, estou apurando cada vez mais a genética do meu rebanho que produzia 150 litros por dia, no máximo e, depois do projeto, alcancei até 300 litros por dia. Além disso, vendo os machos nascidos de IATF o que incrementa o lucro da propriedade”, relatou.