O cuidado com o excesso de informações em mídias sociais durante a quarentena

No contexto de pandemia em que vivemos atualmente, é imprescindível ter em vista que as mídias sociais tem como principal função promover a comunicação e a informação, buscando cada vez mais deixar os seus ouvintes, leitores e telespectadores informados sobre o cenário atual, atualizando-os diariamente com informações sobre os número do Covid-19, tanto no Estado, quanto no Brasil, disseminando também medidas necessárias a serem realizadas, como as limpezas do ambiente, ou até mesmo qual a forma correta de utilizar a máscara, já que, por incrível que pareça, existem pessoas que não conseguem assimilar que a máscara deve ser usada para cobrir o nariz, e não o queixo.

Vale ressaltar que as mídias sociais são ferramentas importantes para propagação de conteúdo, e uma excelente ferramenta no quesito vendas, e isso tem ajudado bastante alguns comércios. Entretanto, deve-se levar em consideração que apesar de todas essas informações serem importantes para que a população fique bem informada, deve haver um cuidado com o “consumo” excessivo dessas informações, para que seja feito de forma consciente, pois sabe-se que os riscos para quem está do outro lado da tela pode vir a prejudicar o dia a dia dessas pessoas, já que de certa forma é disseminada uma grande quantidade de notícias, onde para alguns pode não ter tanto impacto, mas para outros pode desencadear pensamentos acelerados e sintomas ansiosos, acarretando dificuldades para enfrentar esse momento de crise que assola o mundo, e consequentemente se torna mais difícil ter que conviver com essas notícias constantes.

Dessa forma, é importante que você reconheça sua reação diante desse excesso de informações, criando mecanismos de defesa para que essas notícias não abalem de forma significativa a sua saúde mental, já que a intenção das mídias sociais é prender a atenção de quem as consome. E caso isso venha a te prejudicar, é necessário “pegar” mais leve com os noticiários, amenizando assim o “consumo” dessas notícias.

 

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