Oferta de vacina

Ex-secretário de Comunicação confirma que governo demorou a responder à Pfizer

Segundo Fábio Wajngarten, somente após dois meses foram tomadas as primeiras providências para responder sobre oferta de imunizante

O ex-secretário de Comunicação da Presidência da República, Fábio Wajngarten, confirmou há pouco à CPI da Pandemia que o Governo Federal demorou 2 meses para responder à Pfizer obre a oferta de vacinas feita por aquele laboratório americano.

Vice-presidente da CPI, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) leu a carta enviada pela Pfizer ao governo em setembro e questionou Wajngarten sobre quanto foi dada resposta à empresa.

O ex-secretário confirmou que as primeiras respostas à Pfizer somente foram dadas em 9 de novembro após ele ser informado por telefone pelo gerente geral da Pfizer na América Latina, Caros Murillo, sobre a existência da oferta.

A carta lida por Randolfe Rodrigues foi enviada ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao vice-presidente Hamilton Murão (PRTB), aos ministros da Economia Paulo Guedes, e da Saúde, Eduardo Pazuello, e ao embaixador dos Estados Unidos no Brasil.

As declarações de Fábio Wajngarten corroboram com a tese que vem sendo levantada pela CPI da Pandemia de que houve recusa deliberada do governo á compra de vacinas para combater a covid. Nesta quinta-feira, 13/5, Carlos Murillo será ouvido pela CPI.

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