OUTRAS COPAS

Começou em 1930. mas antes de embalar, propriamente, os perrengues da Segunda Grande Guerra interromperam essa guerra menos traumática, disputada sobre um tapete de grama, por craques de futebol. E esse esporte desde então foi se tornando o mais conhecido, entendido, discutido e jogado ao redor do mundo, dos grandes estádios aos campinhos…
Leia mais...

CINEMA COMO HÁBITO

O hábito de ir ao cinema não deixou de existir, mas mudou. Vamos tomar como recorte, para breve análise, cidades pequenas e médias como as que conhecemos aqui no RN e que começaram a ver televisão na última metade dos anos 60. A plateia nas salas de exibição caracterizava-se pela ampla heterogeneidade. De classes sociais de nível intelectual e…
Leia mais...

LANCHONETE DO CHAPINHA

Plantada mais ou menos ao centro da Praça André de Albuquerque, lugar exato onde fora o coreto, era uma das lanchonetes mais conhecidas de Natal do final dos anos 1960 e década seguinte. O grande movimento durante dia intensificava-se mais ainda à noite, a clientela predominante moradores da região central, incluindo considerável número de…
Leia mais...

POEMA DE CONCRETO

Quando, em 1972, foi inaugurado o Estádio Humberto de Alencar Castelo Branco, em Natal, aquelas paragens do atual Bairro de Lagoa Nova era uma capoeira onde fora Mata Atlântica. Casas em pequenos agrupamentos ou isoladas, alguns barracos de madeira. O acesso ao estádio, de carro ou ônibus, só era possível pela Av. Salgado Filho/BR 101. A classe…
Leia mais...

NATAL CINEMA

O Cinema Royal, da antiguidade natalense, na Rua Ulisses Caldas, deixou seu nome associado a uma música de qualidade universal, a bela valsa Royal Cinema, de autoria do músico de seridoense Tonheca Dantas. Conta a tradição que ele compôs a música na calçada do Café Magestic, reduto boêmio da época, que ficava próximo, na mesma rua, mais…
Leia mais...

ONDE NATAL IA JANTAR

Todo visitante ilustre em Natal dos anos 1960 e 1970 jantava na Carne Assada. Do Lira ou do Marinho. Ficavam ambas nas proximidades da Vila Ferroviária, nas Rocas, a cinco minutos do centro da cidade. Se era ilustríssimo tinha o Restaurante do América ou Iate Clube, mais chiques. Mas o prato típico da cozinha regional, a carne de sol acompanhada de…
Leia mais...

LADRÕES DE GALINHA

No tempo em que havia galos, noites e quintais havia também os ladrões de galinha, que eram quase uma instituição. Nas cidades brasileiras cada bairro ou região tinha os seus, aqueles identificados com a categoria. Nem sempre eram os autores do furto. Mas eram sempre os primeiros alvos da suspeita (para não dizer convicção) do “prejudicado”, toda…
Leia mais...

OS CAMPOS DE PELADA

Cada bairro tinha os seus. Havia vários em cada bairro. E qualquer um poderia ser escolhido, se fosse necessário representar em apenas um todos os campos de pelada da cidade. Um terreno à beira do rio ou depois da última casa da rua, beirando o mato. O lugar que a população do entorno (sempre foi assim) havia elegido para ali jogar o lixo. Um…
Leia mais...

A BARRAGEM DE GENÉSIO

Das barragens construídas no Rio Mossoró, em seu trajeto através do município, as conhecidas são a que fica no centro da cidade, a situada nas Barrocas (chamada “barragem de baixo”), a de Passagem de Pedras e aquela do antigo Sítio Saco, identificada como “Barragem de Genésio”. Erguidas com objetivo de perenizar o rio, no trecho urbano e…
Leia mais...

100 ANOS DO RÁDIO

No 7 de setembro de 1922, nas comemorações dos 100 anos da independência do Brasil o discurso do Presidente Epitácio Pessoa, no Rio de Janeiro, capital do país, seria ouvido à distância, em Niterói e São Paulo. Falo sobre ouvir porque, entender mesmo, pouca coisa se entendeu, tal era a (má) qualidade do equipamento de transmissão. Mas, o rádio…
Leia mais...
Page Reader Press Enter to Read Page Content Out Loud Press Enter to Pause or Restart Reading Page Content Out Loud Press Enter to Stop Reading Page Content Out Loud Screen Reader Support