Má avaliação do governo e possibilidades

O governo da professora Fátima Bezerra (PT) tem sido mal avaliado por grande parte dos potiguares. A nosso ver, essa percepção dos eleitores não condiz muito com o desempenho de Fátima à frente do Executivo estadual.

Elencamos alguns pontos: Fátima faz boa gestão da crise sanitária; atendeu a reivindicações do setor produtivo quando a pandemia ainda estava razoavelmente forte; tem desenvolvido uma série de ações (melhoria de estradas, apoio aos micro e pequenos empreendedores), tem mantido a folha de pagamento em dia, pagou duas folhas salariais das 4 que foram deixadas pelo ex-governador Robinson Faria).

Isso é apenas um pouco do muito que tem sido feito e mesmo assim Fátima tem sido mal avaliada.

Arrisco três possibilidades que podem explicar o cenário. Primeiro: comunicação falha, e aqui me refiro à propaganda oficial. A parte institucional, de produção e envio de material à imprensa se destaca, mas parece que a divulgação de campanhas, que movimenta agências de publicidade e órgãos de comunicação, anda meio em baixa.

A segunda é a questão da articulação política. A impressão é  que não tem ninguém fazendo. Nem dentro da gestão nem para fora do governo. A saída de Petrônio Spinelli é uma demonstração disso.

Um terceiro motivo diz respeito à equipe. Quem realmente trabalha a favor do governo, o defende e é capaz de assumir o ônus de pertencer a ele?

Com uma eleição municipal batendo à porta, ter o governo de uma de suas principais lideranças mal avaliado não é um bom sinal. Não é o caos. Não é trágico. Mas é preocupante. E o tempo para a guinada é cada vez mais exíguo.

 

ASSISTÊNCIA PSICOLÓGICA

Sobre o episódio que dominou as atenções nas redes sociais de ontem à noite para hoje em que uma adolescente denuncia ter sido estuprada por um menor de 16 anos, acho que ambos precisam de assistência psicológica urgente. Pelo mesmo fato gerador, mas não necessariamente pelas mesmas razões.

 

ALARME FALSO

A presença de dezena de policiais militares e federais, hoje na sede do Previ Mossoró chamou a atenção e atiçou a curiosidade dos mossoroenses sobre alguma operação de investigação. Na realidade, o que ocorreu é que as forças de seguranças que vão dar suporte á comitiva do presidente Bolsonaro solicitaram o auditório do Previ Mossoró para algumas reuniões.

 

PLANO B?

Não foi apenas a preocupação com a vida acadêmica (vai cursar Medicina) que fez Lorena Ciarlini, filha da prefeita Rosalba Ciarlini deixar a o cargo no primeiro escalão da prefeitura de Mossoró.

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