100 mil, sem comoção

Ultrapassamos a triste, lastimável, irreparável, e evitável marca de 100 mil mortes pela Covid-19. Grandes perdas, pequenos sentimentos. Para grande parte dos brasileiros, qualquer fato menor ocorrido no exterior recebe mais comoção que as vidas perdidas, as famílias destroçadas, as cidades arrasadas por aqui.

E quanto mais se morre, menos se comove. Houvesse verdadeira compaixão, não teríamos tanta fila, tantas aglomerações, tanto deboche,

No contexto em que vivemos, as únicas manifestações de relações sociais devem ser aquelas em que estão presentes os membros dos agrupamentos familiares que habitam o mesmo espaço. Fora dessa situação, cada foto é um desrespeito aos que morrem e um escárnio para quem está lutando pela vida.

Os que insistem em aglomerar, em ocupar espaços proibidos, em desrespeitar as regras de proteção se mostram pouco afeitos à vida e não tem nenhum respeito pelo sofrimento alheio. Verdadeiros corpos insepultos, porque quem não se importa com a dor do outro está mais morto de que quem perdeu a vida.

 

RETORNO GERAL

O governo do Estado colocou em prática o plano de ampliação do trabalho presencial nos órgãos da administração estadual. Iniciou semana passada, com o retorno dos chefes e segue na próxima segunda-feira, 17/8, quando voltam os servidores que tem até 50 anos. No dia 31, estarão de volta aqueles que tem entre 51 a 59 anos. Os demais, seguem em teletrabalho.

AL TAMBÉM VOLTA

Também na próxima segunda-feira, 17/8, voltam ao trabalho presencial os servidores da Assembleia Legislativa. O retorno será com 20% do pessoal, que atuará em forma de rodízio.

SAL NA PANDEMIA

A Unimed reajustou em mais de 13% o valor das mensalidades do plano de saúde. Chama a atenção por duas coisas: primeiro, pelo índice tão elevado. Segundo, por estarmos em plena pandemia.

DINHEIRO DÁ AMNÉSIA?

Quando mais se descobrem os depósitos feitos pelo miliciano Queiroz nas contas dos membros da família Bolsonaro mais eles se esquecem de quanto receberam e de quem. Meninos bestas demais. É corrupção mesmo.

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