Trabalho intermitente e precarização

O trabalho no comércio é m dos mais “puxados” como se diz no popular. Jornadas de trabalho extenuantes e a necessidade diária de cumprimento de metas são alguns dos fatores que tornam o setor pouco atrativo para os trabalhadores. Dos segmentos que compõem o setor comercial, os supermercados são aqueles locais de trabalho que exigem ainda mais dos seus funcionários. O cenário ficou ainda mais complicado com a Reforma Trabalhista de 2017. A nova legislação entrou em vigor em novembro daquele ano e entre as novidades mais prejudiciais está a criação do trabalho intermitente. Essa modalidade de contrato significa que o trabalhador recebe por hora trabalhada. Além de reduzir o salário (menos horas de serviço, menos dinheiro no bolso), o trabalho intermitente deixa o trabalhador ainda mais a mercê do empregador. A relação de trabalho fica cada vez mais precarizada e, nessa condição, é o trabalhador quem sai perdendo.

QUEIMADAS NA CIDADE

É preciso que as autoridades, principalmente aquelas que atuam na defesa do meio ambiente tomem medidas que contribuam para diminuir as queimadas em Mossoró. As áreas de mata que estão sendo preparadas para loteamento estão sendo limpas por meio de queimadas.

GOLPES NOS BANCOS

Seguem em alta os golpes contra aposentados e pensionistas em caixas eletrônicos e Mossoró. Essa semana foram registrados pelo menos 2 casos em que criminosos se ofereceram para ajudar idosos com dificuldade em operar os caixas eletrônicos e acabaram roubando o dinheiro dessas vítimas. Além da falta de cuidado dos clientes, ausência de funcionários dos bancos para ajudar a essa pessoas favorece a ação de ladrões.

AGENDA DE FÁTIMA

A governadora Fátima Bezerra cumpre desenvolve ações administrativas em Mossoró hoje e amanhã. Na agenda, havia atividade programada na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), mas que acabou sendo cancelada. O motivo: uma pessoa do cerimonial da UERN teria testado positivo para a covid.

 

IMBRÓGLIO JUDICIAL

Finalmente, após quase 5 anos de espera, terá desfecho o processo judicial em que os ex-funcionários da Gazeta do Oeste pleiteiam pagamento das indenizações trabalhistas. Nos próximos dias, os créditos deverão ser feitos nas contas dos trabalhadores.

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