E se a saúde desistisse?

De norte a sul do país, os profissionais da saúde tem pedido, desde o início dessa pandemia, para que as pessoas que puderem fiquem em casa. Por textos, fotos, áudios e/ou vídeos, eles tem feito verdadeira súplica para que se respeite o isolamento social. Ainda quando a Covid-19 apresentava pequenos números, o alerta já ecoava.

O quadro está cada vez mais devastador, os apelos seguem, mas infelizmente as pessoas não dão ouvidos aos pedidos. Com isso, multiplicam-se dia a dia os casos da doença e as mortes. Inclusive de profissionais da saúde. De médicos a enfermeiros, de técnicos de enfermagem a maqueiros. Nenhuma categoria tem sido poupada.

Pelos apelos feitos, pelas súplicas apresentadas sem que nenhum deles tenha feito com que as pessoas se conscientizem e, mesmo com o juramento feito para salvar vidas, se esses profissionais desistirem? Se de repente eles se derem conta de que não vale à pena arriscar a vida para salvar a de quem não dá valor a si próprio.

Ora, arriscar-se em festas (como aconteceu inclusive em Mossoró), desrespeitar regras, ignorar uso de equipamentos de proteção podem ser sinais de que quem assim procede não tem o mínimo de respeito pela própria vida. Imagine pela dos outros. E se a saúde desistir? E se assim acontecer, não digam que não foi por falta de aviso. Todo mundo cansa. Principalmente de colocar a vida em risco.

POR UM CARGO

Na tentativa de capitalizar eleitoralmente, uma ex-diretora de escola da rede municipal de ensino de Mossoró tem recorrido a fake news e baixaria. Pré-candidata a vereadora pelo PSL, a cidadã, que se diz professora publica vídeos nas redes sociais em que tenta destruir reputações mas te, no máximo. Ferido a Língua Portuguesa. Na eleição presidencial, a abjeta criatura saiu espalhando que as escolas municipais de Mossoró contavam com a tal mamadeira de p….

HISTÓRICO RUIM

A dita “professora” atuou muito tempo como cabo eleitoral da prefeita Rosalba Ciarlini em troca de um cargo de diretora. Saiu vomitando acusações contra a ex-líder, coisa típica dos ingratos. Também conseguiu um cargo numa diretoria de ensino da rede estadual de ensino, onde pouco durou tempo por conta das muitas brigas que arranjou por lá. Foi ainda professora-substituta da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e não teve, à época, o contrato renovado por ter brigado com alunos e funcionários das faculdades por onde passou.

CLOROQUINA DESCONTROLADA

Com a liberação do uso da cloroquina e hidroxicloroquina pela prefeita Rosalba Ciarlini multiplicam-se pela cidade, especialmente pela periferia, casos de pessoas que tem se arriscado a tomar o medicamento. No imaginário dessas pessoas, o remédio pode ser utilizado com efeito preventivo. Cenário preocupante.

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