Situação

RN tem 44 casos descartados de coronavírus

Dos 339 casos suspeitos 280 ainda aguardam resultados dos exames laboratoriais

A Secretaria Estadual de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (SESAP/RN) publicou mais um boletim epidemiológico sobre a situação do coronavírus no Estado. Entre os dados apresentados, a SESAP chama a atenção para o aumento no número de casos suspeitos e descartados. Dos 339 casos notificados no Rio Grande do Norte, 44 casos já foram descartados e os 282 casos suspeitos ainda aguardam resultados dos exames laboratoriais. Desses 282, 10 são de pessoas de outros Estados atendidas no RN.

“Ressaltamos que diante da modificação dos critérios para notificação, é possível afirmar que as notificações no RN, e a nível nacional, tendem a aumentar significativamente, sendo a tendência de
produção de dados e informação sobre estes casos ser cada vez mais dinâmica, com alteração frequente do cenário epidemiológico evidenciado, e estabelecendo a possibilidade de reanálise desses de acordo com critérios clínicos e epidemiológicos estabelecidos”.

O boletim alerta ainda que há um aumento no número de casos descartados e cita preocupação com a situação.

“O Estado do Rio Grande do Norte até o presente momento possui 339 notificações para COVID-19, não sendo contabilizadas as notificações dos casos que foram excluídos, que no momento totalizam 188 exclusões. O crescimento do número de casos excluídos é um fator preocupante, pois significa afirmar que pessoas que não preenchem os critérios de caso suspeito estão sendo atendidas e seus exames estão sendo coletados, gerando o aumento da concentração de atendimento nos serviços de saúde, ao passo que este insumos devem ser priorizados aos pacientes que de fato preencham aos critérios de definição de caso suspeito. Isso ressalta a necessidade de sensibilização da rede assistencial dos municípios para os critérios de definição de caso de modo a tornar mais efetivo o processo operacional de notificação e investigação dos casos”.

O documento ressalta ainda que “observa-se o aumento das notificações ao longo das semanas epidemiológicas, fato já esperado, e com a ocorrência de notificações de casos as quais têm se
apresentado predominantemente no sexo feminino, e nas faixas etárias de 20 a 39 anos

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