Nesta quarta

Sindicatos filiados à FETAM/RN realizam protestos contra cortes de gastos na educação

Com os atos, serviços públicos municipais serão paralisados em quase 100 municípios potiguares



Servidores municipais de mais de 80 prefeituras potiguares cruzam os braços nesta quarta-feira, 15/5, Dia Nacional em Defesa da Educação. São trabalhadores liderados por sindicatos municipais filiados à Federação dos Trabalhadores em Administração Pública Municipal do Rio Grande do Norte (FETAM/RN) e que protestarão contra os cortes nas universidades federais e institutos federais de Educação e Tecnologia (IF´s).

Cidades como Caiçara do Rio dos Ventos, Lajes, Santana do Matos, Fernando Pedroza, Angicos e Afonso Bezerra, Itajá, Alto do Rodrigues, Macau, Serra do Mel, Tibau, Baraúna, Ipanguaçu, Caraúbas, Macaíba, Natal, Apodi, Pau dos Ferros, Currais Novos, João Câmara, Lages, Assu, São Gonçalo do Amarante, Itaú, Macau, Alexandria, Ceará Mirim, Santa Cruz, Caicó, Coronel Ezequiel, Tenente Ananias e Areia Branca.

Também confirmaram participação na greve pela educação, nesta quarta-feira, trabalhadores de
Upanema, Felipe Guerra, Severiano Melo, Rodolfo Fernandes,Tabuleiro Grande, São Francisco do Oeste, Dr.Severiano, São Miguel, Água Nova, Rafael Fernandes, Marcelino Vieira, José da Penha, Major Sales, Luiz Gomes, Frutuoso Gomes, Lucrécia, Umarizal, Olho D’água dos Borges, Almino Afonso, Rafael Godeiro, Patu, Messias Targino, Janduís, Campo Grande.

Em Governador Dix-sept Rosado, Paraú, Carnaubais, Pendências, Guamaré, São Rafael, Afonso Bezerra, Fernando Pedrosa, Santana do Matos, Jucurutu, Florânia, Tenente Laurentino Cruz, Carnaúba dos Dantas, Parelhas, Equador, Santana do Seridó, São João do Sabugi, Pedra Grande, Pureza, Ares, Canguaretama, Goianinha, Nizia Floresta, Baia Formosa, Espírito Santo, Passa e Fica, Serra de São Bento, São Tomé e Ruy Barbosa haverá atividades.

O presidente da FETAM/RN, Francisco de Assis Gomes Filho, aponta que há um consenso entre os trabalhadores que é preciso barrar a pauta excludente do presidente Bolsonaro, protestando contra corres na educação e se opor de forma firma à Reforma da Previdência. “Para se ter uma ideia de como a classe trabalhadora está mobilizada, todos os sindicatos da região central realizarão atos amanhã”, frisa.

Os manifestos realizados pelos sindicatos se juntarão a outros atos realizados por estudantes, professores e outras entidades ligadas á educação e aos movimentos sociais e de trabalhadores. “Todos pela educação amanhã”, conclama Assis Filho.

 

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