Doente falando em privatizar o SUS

Falar em privatizar o SUS, deve ser atitude de alguém com sérios problemas mentais, muito doente, quase sem cura. Não tem como definir de outra maneira ao tratar do tema, pois seria o início de um genocídio em um país de população pobre, no qual ainda tem gente morrendo por conta da fome. Apesar de tudo isso, ainda querer privatizar o setor de saúde, eu digo que é crime sem precisar recorrer a lei. No discurso dos últimos governos sempre foi dito que a pobreza no Brasil foi erradicada, porém a realidade do cotidiano nos mostra situação bem diferente.

Aliás, nem mesmo nos chamados países ricos de primeiro mundo, a assistência médica totalmente privatizada consegue agradar e atender a sua população. Implantar no Brasil seria o caos, e o simples atos de querer discutir essa possibilidade, é algo extremamente insano. Verdade ou não, essa história não pode prosperar e, por medida de segurança, deve ser rebatida por todas as pessoas de boa-fé e sentimento cristão.


O CALOTE DOS RESPIRADORES

Tomando como base a decisão do Tribunal de Contas do Estado de Alagoas (TCE-AL), o Consórcio do Nordeste pode ter passado um calote ao gerenciar a compra de respiradores que nunca foram entregues para o combate a pandemia da Covid-19. Entendo a situação desta maneira depois que o tribunal proibiu que o Estado assuma qualquer compromisso com esse Consórcio diante das denúncias de irregularidades. É a mesma situação do Rio Grande do Norte que investiu R$ 5 milhões, não recebeu nada e silenciou.

Em Alagoas foram duas compras e nenhum equipamento foi entregue. Diante da situação o TCE-AL divulgou essa decisão no dia 15 de outubro até que tudo se resolva. Capitaneado pelo governo da Bahia, até aqui o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste – Consórcio Nordeste, pelo visto só gerou prejuízos. Até mesmo na Bahia a Polícia Civil já investigou e concluiu com a denúncia de fraude na compra dos respiradores que nunca foram entregues. Aguardemos a condenação de todos os culpados. Por enquanto, apenas os estados estão condenados ao prejuízo.

DEMOCRACIA SIM, VIOLÊNCIA NÃO!

As eleições, em todos os níveis, sempre trazem junto ao ato democrático do direito de escolha, um tempero forte de paixões, sejam elas partidárias, ideológicas ou pessoais. E essa mistura acaba se transformando, em alguns casos, em nitroglicerina pura dentro de uma panela de pressão com pavio curto. Infelizmente no atual processo eleitoral, que envolve as eleições municipais, observamos atos de violência e, o mais preocupante, com certa frequência. Já tivemos sequestros (reais e forjados), agressões físicas (até com registro de homicídio) e verbais.

Ao título de “Democracia Sim, Violência Não!” poderíamos reforçar a campanha também com, “NÃO à violência, SIM à Democracia!”. Não importa a posição das palavras, o importante é o nosso posicionamento em favor do respeito ao pensamento e ao direito do outro de expor a sua vontade. Se fosse para seguir apenas a minha ideia, não precisaria de eleição e nunca seríamos um país democrático. Novamente lamentando, as eleições 2020 vem sendo caracterizada e marcada pela violência, em todas as suas manifestações possíveis.   PAZ!

O JINGLE DE CAMPANHA

Assim como a música popular foi perdendo qualidade ao passar do tempo, o mesmo podemos registrar na atual campanha em relação ao jingle (djingou) usado para divulgar o candidato. Se antes o candidato utilizava esse mecanismo para divulgar até propostas do seu plano de governo, hoje quem encomenda junto com aqueles que fazem a composição, se preocupam apenas em agredir e menosprezar o adversário.

Se antes a letra dizia “ele é contra o imposto extorsivo, defende a saúde e a educação, olha com carinho para a juventude é homem honesto e de bom coração. Candidato de doutor, de estudante e trabalhador”, ou seja, falava das intenções e qualidades do candidato. Hoje, parte logo para a agressão do tipo “tome que vai ser lapada, chore não candidato pois acabou, perdeu, perdeu, perdeu…”, entre outros termos que não vou seguir para não irritar o leitor. Sem falar no ritmo que deixou de ser aquela machinha mais tradicional. E olha que eu respeito o novo que sempre vem, porém não abro mão de interpretar a qualidade, se boa ou ruim.

FALTA DE INTERESSE PELA SELEÇÃO

Fala-se muito do clube de preferência ou daqueles que estão em evidência, porém pouco ou nada dizem nas rodas de conversa de calçada, mesinhas de bar e até programas esportivos, rádio e televisão, sobre seleção brasileira de futebol. É visível o pouco interesse pelo chamado “escrete canarinho” nos dias atuais. Será que prevalece mesmo a citação de que hoje não temos uma seleção do Brasil e sim um time da CBF?

Quais seriam os motivos? Muitos são apontados, por exemplo, a seleção joga pouco no seu país de origem e isso faz perder a identidade com o torcedor. E mais, eu acrescentaria, todo treinador que entra tem o entendimento que, só joga futebol quem estiver fora do Brasil. Quando muito, levam dois ou três que atuam em times brasileiros para compor o banco de reservas. Sendo assim, como tem muita gente boa batendo bola nos clubes brasileiros, o torcedor prefere torcer por suas cores, deixando a amarelinha de fora. O bom mesmo seria a valorização conjunta.

RETA TABAJARA NO RN

Tudo, praticamente, como antes. Não serei injusto e falar em obra parada, porém não posso deixar de registrar o passo de tartaruga como velocidade dos serviços realizados. Estou falando da obra de duplicação da Reta Tabajara, trecho da BR-304 na chegada a cidade de Macaíba, principal acesso a capital potiguar, Natal. O tempo passa, o tempo voa e a obra pouco avança.

Fico imaginando aqui o sonho da duplicação total da BR-304, trecho Mossoró/Natal. Olhando para o serviço na Reta Tabajara, essa duplicação geral deixa de ser um sonho e se transforma em pesadelo. Ou eu estou errado? Bom, se alguém possui informação em sentido contrário que conte, porém tenha cuidado com o crescimento do nariz.

MENSAGEM

“A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos”.

Albert Einstein

FECHAR PARA MELHORAR O ACESSO

A descrição do tópico parece contraditória, porém seu grau de acerto encontra-se em patamar positivo. É preciso sim, fechar para melhorar o acesso. Quero me reportar ao conjunto Santa Delmira em Mossoró-RN e a sua principal via de acesso para quem chega pela BR-304. O setor convive com uma situação extremamente preocupante e precisa de solução rápida, para ontem. O trecho é utilizado não apenas por seus moradores, serve também como rota para caminhões e carretas que precisam chegar a um posto de combustível e uma oficina.

A questão é, mesmo existindo uma boa rotatória, motoristas e motociclistas insistem na atitude de cortar caminho por uma abertura no canteiro central da via de acesso. E como resolver? A proposta seria construir paredes divisórias no canteiro central a partir da margem da BR até a rotatória, como única forma de acesso e retorno. O trânsito vai fluir melhor e até evitar prejuízos para motoristas que forçam seus veículos quando utilizam o retorno improvisado. Fica a proposta para o atual governo municipal com extensão para todos os candidatos na eleição 2020.

CARTÃO VERMELHO AOS 44 PARA O PREFEITO

O jogo administrativo parecia tranquilo para o prefeito da cidade de Extremoz-RN, região metropolitana de Natal, Polo Costa das Dunas, porém aos 44 minutos do segundo tempo, reta final do seu mandato, Joaz Oliveira (Patriotas) recebeu cartão vermelho e foi afastado do cargo por determinação do corregedor regional Eleitoral, Cláudio Santos, do TRE-RN. O prefeito também fazia campanha na busca da reeleição.

A infração cometida tem relação com um suposto esquema de lavagem de dinheiro, estava metendo a mão grande no erário, também conhecido como dinheiro público. Isso mesmo, aquele que deveria zelar pelos recursos da prefeitura de Extremoz, teria usado de forma indevida para bancar a campanha a deputada estadual de Elaine Neves que vem a ser a famosa “primeira dama”, ou seja, esposa da autoridade acusada. Isso na campanha de 2018. Aqui funcionou bem a história do, tarda mais não falha. O suposto esquema foi derrubado por Força Tarefa formada pelo Ministério Público Federal, Receita Federal, Controladoria Geral da União e Polícia Federal.

SETEMBRO COM CARTEIRA ASSINADA

O mês de setembro se foi, porém deixou uma boa notícia para o Rio Grande do Norte que só foi revelada nos últimos dias de outubro. De acordo com levantamentos oficiais, em terras potiguares foram gerados no mês da independência 4.462 novos postos de trabalho com carteira assinada. A informação é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) que fornece os dados para posterior liberação pelo Ministério da Economia.

Apesar do ano não ser dos melhores, diante de todo o quadro de pandemia que acabou afetando a economia no país, o Rio Grande do Norte já acumula quatro meses consecutivos de resultados positivos. Que outubro feche o quinto mês com esse resultado depois de um início de ano ruim quando o estado teve uma série negativa, segundo dados do Caged, de janeiro a maio, ou seja, cinco meses. A meta agora é empatar e virar o jogo.

O DIREITO DE RESPOSTA NAS ELEIÇÕES

É comum em período de eleição ouvir falar em “Direito de Resposta”. Para isso existe uma base legal e decisões que ampliam o braço da lei. A lei nº 9.504/97, a chamada “Lei das Eleições”, traz o seguinte em seu Art. 58 – A partir da escolha de candidatos em convenção, é assegurado o direito de resposta a candidato, partido ou coligação atingidos, ainda que de forma indireta, por conceito, imagem ou afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica, difundidos por qualquer veículo de comunicação social. • Res. TSE nº 23.608/2019 – Art. 31

Esse artigo, por força da Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de nº 23.608/2019, em seu Art. 31, traz ainda, em parágrafo único, sua ampliação. E diz o seguinte: “Se o pedido versar sobre a utilização, na propaganda eleitoral, de conteúdo reputado sabidamente inverídico, inclusive veiculado originalmente por terceiro, caberá ao representado demonstrar que procedeu à verificação prévia de elementos que permitam concluir, com razoável segurança, pela fidedignidade da informação”. Não podemos esquecer o art. 5º da Constituição Federal, em seu inciso V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.

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