Entrevista

Conversa da Semana com Daniel Sampaio

O médico psiquiatra Daniel Sampaio está firme em um propósito: ser candidato a prefeito de Mossoró. Como todos os postulantes a cargo público, está animado com a possibilidade de vitória. No caso de Daniel, chama a atenção a esperança que ele tem de que o discurso do presidente Jair Bolsonaro terá forte influência sobre o eleitorado local e isso será decisivo para que ele saia vitorioso no desafio das urnas. Presidente do diretório local do PSL, Daniel é o entrevistado da Conversa da Semana. Nela, o médico afirma que o seu partido vem forte para as próximas eleições e que a nominata da legenda à Câmara Municipal não terá ninguém que já ocupou cargo público eletivo. Acompanhe a íntegra:

Por Márcio Alexandre

PORTAL DO RN – Por que essa pretensão de ser prefeito de Mossoró?

DANIEL SAMPAIO – Pela necessidade. Mossoró não atende mais nossas necessidades. Mossoró deveria ser um polo de desenvolvimento para toda a região. Mossoró é a capital nacional do semiárido, mas infelizmente Mossoró tem um plano de gestão de atraso, de mais de 30 anos, e que não responde mais às nossas expectativas. Mossoró hoje é uma cidade triste. Eu como médico psiquiatra vejo isso diariamente porque as pessoas estão com depressão, estão adoecendo porque os índices de violência são altíssimos. É uma das cidades mais violentas do mundo. Não existe um plano de gestão da cidade há décadas. A necessidade de uma mudança é urgente, já era pra ter acontecido inclusive. Em 2020, o eleitor vai ter que decidir: se vai continuar com esse plano de atraso ou se nós vamos fazer uma mudança em Mossoró. Esse plano de atraso, de fracasso, está fazendo inclusive com que a população de Mossoró esteja diminuindo. A gestão não se resume a tapar buraco, a trocar lâmpadas na rua, a ter uma medicação disponível na unidade de saúde – isso, inclusive, que é uma obrigação, não está sendo feito. A gestão é fazer um planejamento futuro, é trazer empresas pra Mossoró pra gerar empregos, é tornar Mossoró atrativa para os investimentos. Um planejamento pra 4 anos, pra 20 anos. Nós inclusive já trouxemos a ministra da Agricultura para ver a questão do sal, resolvemos aqui em Mossoró. A abertura do mercado europeu, do mercado chinês, foi um pedido nosso. Vamos realizar no próximo ano, provavelmente em maio, o I Fórum de Oportunidades do Semiárido. Vai ser um evento internacional pra mostrar Mossoró, que é a Capital Nacional do Semiárido, pra mostrar para o mundo. Porque o que a gente precisa não é só fazer as obrigações como gestor político, trocar lâmpadas, ter ruas acessíveis, serviços básicos funcionando, mas nós precisamos pensar Mossoró para o futuro, fazer um planejamento de longo prazo e transformar Mossoró num polo de desenvolvimento.

Mossoró é uma cidade onde os setores de prestação de serviços não tem o destaque que deveria ter.

PRN – Na sua opinião, quais potencialidades de Mossoró não estão sendo bem exploradas?

DS – Basicamente, nenhuma está sendo bem explorada. Mossoró é uma cidade onde os setores de prestação de serviços não tem o destaque que deveria ter. Inclusive esse mês estive no gabinete do General Girão (deputado federal) conversando com vários setores que querem investir em Mossoró, como o setor da emergia renovável. Nós temos pessoas que vem da China conhecer Mossoró. Nós temos pessoas que já estão investindo aqui depois dessa visita que nós trouxemos a ministra da Agricultura, Teresa Cristina. Nunca antes disso uma fazenda de camarão tinha sido comprada por um investidor estrangeiro. Agora nós tenos isso, uma fazendo foi vendida. Esse mês estamos recebendo a visita de investidores da China, principalmente para trabalhar com as energias renováveis. O nosso turismo acabou. Só te um voo pra cá porque ninguém quer vir para cá porque Mossoró não está oferecendo nada. Nós queremos mudar o setor do turismo. O setor do turismo está dentro do foco do seminário de oportunidades para que a gente possa fazer uma reestruturação no setor turístico. Quando o mossoroense quer viajar ele vai para o Ceará. Isso é uma vergonha. Mas por que a gestão não se preocupa com isso? Parece que a gestão atual se preocupa mais em deixar as pessoas dependentes da prefeitura. É um excesso de empregos, é um excesso de cargos. Isso tem que a acabar. A prefeitura, a gestão municipal, não tem que girar em torno da geração de emprego, quem tem que gerar os empregos são os empresários. Nós queremos trazer investimentos. E eu que também sou empresário -, essa clínica aqui é minha – nós somos verdadeiros aventureiros porque ser empresário em Mossoró é uma atividade de risco por isso que as empresas estão indo embora de Mossoró e não há nenhuma sinalização do governo municipal em querer mudar essa situação. Nós do PSL vamos trazer essa mudança. Foi um pedido que fiz ao presidente Bolsonaro em novembro e o objetivo do governo é transformar Mossoró numa vitrine do governo federal. O PSL já traçou um planejamento: estamos numa perspectiva de eleger 400 prefeitos em todo o Brasil com foco nas cidades com mais de 100 mil habitantes. Então a presidência do partido, seguindo uma orientação nacional, já lançou a minha pré-candidatura. Eu fiquei muito surpreso com isso, mas muito grato também porque a gente precisa enfrentar esse desafio. Graças a Deus eu como médico psiquiatra tive que procurar participar da política porque vejo diariamente que ela interfere diretamente em nossa vida. Mas a velha política, de forma doentia, fazendo com que as pessoas tenham depressão, transtorno de ansiedade, toda hora sendo assaltado, então a nossa participação, aliada ao presidente Bolsonaro, a nossa ideia é ligar Mossoró diretamente à presidência da República, junto com nosso deputado Girão, vamos trazer uma mudança na maneira de Mossoró funcionar e isso o presidente faz questão de participar.

Houve um prejuízo político muito grande para a família Rosado na última eleição.

PRN – O senhor parece não abrir mão de sua futura candidatura, mas vai enfrentar uma oligarquia que está há décadas no poder. Como vencer essa disputa?

DS – Olha, essa família que está há tanto tempo no poder, os Rosado, eles não estão mais atendendo às necessidades da gente. Houve um prejuízo político muito grande para a família Rosado na última eleição. A prefeita Rosalba não conseguiu fazer nenhum deputado estadual, não conseguiu fazer nenhum deputado federal, inclusive o deputado que assumiu (Beto Rosado) ele entrou não pela quantidade de votos. O próprio filho não se elegeu. A resposta das pessoas foi: olha, vocês estão no poder há décadas, vocês não estão atendendo mais as nossas necessidades. Isso foi demonstrado nas ruas. Aqui em Mossoró, nós que fizemos toda a campanha do presidente Bolsonaro, que foi eleito, vencendo inclusive partidos de esquerda, como o PT, vencendo forças tradicionais e as pessoas estão tendo um outro entendimento da política. A gente está vendo até uma situação engraçada: deputado querendo mostrar serviço. Antes, isso não existia, deputado sumia depois da eleição. Agora os deputados estão querendo mostrar serviço porque eles já viram que a opinião pública está atuando, está de olho nas pessoas, no que vem fazendo. Então, esse grupo político que está no poder há décadas, não vem oferecendo o que a gente precisa e, claro, não vai mudar, essa é a maneira deles trabalharem.

PRN – O PSL já está conversando com outros partidos?

DS – Estamos sim, estamos conversando com outros partidos, porque a pré-candidatura não é somente doutor Daniel, mas de um grupo, não somente o PSL, são outros partidos que também estão participando. Estamos conversando com Jorge do Rosário (PL), deputado Alyson Bezerra (Solidariedade), com o partido do senador Styvensson, que é o Podemos, e esse grupo que não está satisfeito com a administração atual é um grupo que cada vez mais está se fortalecendo e nós, se Deus quiser, vamos caminhar juntos, e mudar a história de Mossoró. A história de Mossoró está muito mal escrita. E hoje quem está no poder não atende mais nossas necessidades. A população já mostrou isso nas últimas eleições.

PRN – O senhor acredita que é possível viabilizar essa pré-candidatura e chegar com chances de vitória apenas com esses partidos, ou será necessário ampliar esse arco de alianças, inclusive com outras siglas que estão na oposição hoje em Mossoró?

DS – Muita gente pergunta: o PSL vai se unir ao PT? Não, é impossível. O objetivo ds gente é mudança. Quem já esteve no poder não fez nada por nós e as pessoas já perceberam isso. Não vai adiantar insistir no erro, nas velhas mentiras. Nós, por exemplo, temos uma nominata de vereadores sem a participação de ninguém que tenha mandato porque já percebemos não adianta querer fazer a mudança, pensar Mossoró de uma maneira diferente com as mesmas pessoas que estão no poder há muito tempo, senão serão mais 4 anos de atraso. Mossoró não aguenta mais 4 anos de atraso. O que a gente pretende é trazer essa linha de entendimento do presidente, do PSL, que vai ser pensar primeiro no desenvolvimento, na geração de emprego, no favorecimento do empreendedor, na gestão que combate a corrupção. A gente ver, por exemplo: Mossoró tem um orçamento muito bom para cuidar da saúde, e nós não temos um equipamento de raio-x. Você quebra um braço e não tem como fazer um raio x pela prefeitura. Isso é uma vergonha. Essa semana, graças a Deus, tivemos uma notícia muito boa, através do gabinete do general Girão foram destinados 300 mil para compra de raio-x, para equipamento de ultrassonografia e R$ 300 mil também para o Hospital São Camilo de Lellys, onde dou plantão e que por sinal está lá caindo aos pedaços. A prefeita não se importa com isso, ela é até colega médica, mas a saúde, que tem um orçamento muito bom, não está funcionando em Mossoró, o que é uma pena. A expectativa é de mudança. As pessoas já demonstraram isso. Nós fizemos junto com a militância do presidente Bolsonaro nós fizemos as maiores carretas da história política de Mossoró, apenas com 4 celulares para movimentar todo mundo. Não tinha dinheiro, não tinha investimento, e política não precisa de dinheiro, a gente precisa é demonstrar às pessoas que nós temos ideia para desenvolver a cidade e para combater a corrupção. Político que estiver envolvido em esquema de corrupção pode começar a perder o sono, porque o Plano Nacional de Combate ao crime que o ministro Moro desenvolveu – o ministro Moro vem aí – vai do bandido que rouba galinha ao político que rouba o dinheiro da merenda, o político que rouba o dinheiro do medicamento que falta na unidade básica de saúde.

PRN – Em que condições o senhor abriria mão do seu nome como cabeça de chapa?

DS – Olha, nesse grupo que está conversando graças a Deus não existem vaidades individuais. É um grupo que quer mudar a história de Mossoró e isso é importante, um fator de união desse grupo. Quem vai encabeçar a chapa vai ser naturalmente a pessoa que tem mais condições – e isso a gente vai ver através de pesquisa. Um entendimento que faz a gente ter vontade de permanecer nesse grupo é justamente isso: nós estamos unidos por Mossoró, independente de projetos pessoais. Se outro nome for mais viável que o de doutor Daniel não vai haver nenhuma dificuldade. Nós vamos montar uma nominata para disputar a majoritária com dois nomes que estão alinhados. Isso já foi definido. Esse grupo já conversou. Fizemos reuniões na minha casa, na casa de outras pessoas que fazem parte do grupo, e essa união criou esse entendimento: o projeto é para a cidade, não existe um projeto pessoal, mas o PSL vai fazer parte desse projeto.

PRN – O PSL quer eleger 400 prefeitos, como o senhor disse. E isso vai depender muito do desempenho do presidente. O senhor acredita que a performance de Bolsonaro terá influência até nas eleições de Mossoró?

DS – Com certeza. Essa maneira nova do presidente de organizar a administração pública vai se estender para as cidades. Esse fórum de oportunidades do semiárido é um fórum que o presidente está se empenhando pessoalmente já com esse novo entendimento de trazer desenvolvimento, valorizar o empreendedor. Hoje em Mossoró dificilmente a gente não conhece um amigo ou um parente que esteja desempregado. Hoje isso é uma das causas dos meus atendimentos psiquiátricos, as pessoas estão com depressão, por que? Final de mês não tem dinheiro para pagar a feira, para pagar o aluguel, e o presidente Bolsonaro montou um ministério de pessoas desprendidas de projetos pessoais. O secretário nacional de Politica Antidrogas é meu amigo pessoal, que abandonou uma carreira de psiquiatra e foi para Brasília ganhar 5 vezes menos, ele está envolvido nesse processo de trabalhar para que a gente consiga melhorar o desenvolvimento do nosso país. O presidente montou uma equipe que já está trazendo uma melhora da credibilidade do Brasil a nível internacional. O s investimentos começaram a vir e vão ficar ainda mais frequentes. A reforma da previdência foi aprovada. Nós temos hoje, através da pessoa do deputado Eduardo Bolsonaro (filho do presidente) que conheço pessoalmente, é um homem sério, capacitado, nós temos o reconhecimento do presidente dos Estados Unidos, ele quer uma pessoa nossa lá ao lado dele. É o nosso principal parceiro comercial e está se fazendo um trabalho que está trazendo resultados diretamente na nossa cidade e isso vai se refletir na opinião pública. O trabalho é sério, que vem sendo pensado para longo prazo. A gente tem vários generais, pessoas extremamente capacitadas, participando desse processo de planejamento e nunca na história do Brasil o presidente dos Estados Unidos quis ficar próximo da gente. Isso mostra que o governo vem dando os passos certos. Isso vai se refletir aqui, a opinião pública vai começar a aceitar a proposta inicial. Bolsonaro foi eleito, o deputado Girão foi eleito, as mudanças já estão começando a acontecer. O país está se organizando e a expectativa é que em 2020 o crescimento volte a acontecer e isso será fundamental para Mossoró e, claro, vai interferir na opinião das pessoas em relação a 2020.

Infelizmente a Câmara de Vereadores a gente vê muita briga por dinheiro, mas não vê ninguém criticando a prefeita.

PRN – O PSL já tem todos os nomes que pretende colocar na disputa por vagas na Câmara Municipal?

DS – Com certeza. O PSL é hoje o partido mais cortejado do Brasil. Tem muita gente inclusive querendo vir para o PSL. Mas claro, nós temos um filtro que está no nosso estatuto. Nós não aceitamos pessoas que tenha envolvimento em alguma condenação criminal, nós não vamos ter ninguém que tem mandato. Nós temos possíveis pré-candidatos a vereador num número maior que vamos lançar, porque vai ser feito um filtro. Mas é uma característica que empolga muito a gente e está no nosso estatuto. São pessoas que tem serviços prestados a Mossoró, são pessoas que tem pretensões de trabalhar pela cidade de Mossoró. Infelizmente a Câmara de Vereadores a gente vê muita briga por dinheiro, mas não vê ninguém criticando a prefeita. Poxa, é a Câmara quem fiscaliza. Não está fiscalizando nada. Será que está tudo certo? Isso é muito questionável. Ter uma Câmara de Vereadores atuante, fiscalizando inclusive o trabalho da prefeita e é com esse entendimento que nós estamos criando nossa nominata. Nós vamos ter coligação para a majoritária, mas a nominata do PSL graças a Deus está empolgando muito, As pessoas estão aí na rua mostrando seu trabalho.

PRN – O presidente é, notoriamente, um falastrão. O senhor acha que vai ser preciso mudar a forma dele falar para não prejudicar os candidatos do PSL na próxima eleição?

DS – Espero estar pessoalmente com o presidente em Mossoró, ele já me prometeu que virá. O presidente tem uma maneira sincera, honesta, de se expressar. Infelizmente uma parte da imprensa às vezes deturpa o que o presidente fala. Temos um presidente que fala de forma sincera. A gente não está mais sendo enganado. Nós tivemos presidentes que falavam muita coisa, mas fazia diferente. Quando o presidente Bolsonaro disse que ia ter o contingenciamento, que é uma diminuição provisória, ele falou de forma sincera que ia fazer isso, é doloroso, mas que era necessário. Então a forma sincera do presidente se expressar vai nos ajudar.

PRN – Quais as bandeiras de campanha que o senhor pretende levar às ruas?

DS – Olhe, como pré-candidato nós já temos um plano de governo que já foi discutido com várias pessoas, empresários, profissionais liberais, pessoas que pensam no desenvolvimento de Mossoró. Esse plano de governo vai ser detalhado ao longo dos próximos meses. Por que? Porque esse plano de governo visa principalmente  reorganizar os serviços básicos, isso é uma obrigação, tem que ter segurança, tem que ter a rua pavimentada. Hoje, Mossoró é uma tragédia, é buraco por todo canto, ruas de calçamento destruído. A gente tem visto inclusive um alto índice de acidentes de motos porque as ruas estão muito esburacadas. Mossoró precisa de uma assistência médica digna. Mesmo a prefeita sendo uma colega, hoje a saúde não está funcionando, está todo mundo vendo. Hoje as consultas demoram meses para ser marcadas. Não tem cirurgia eletiva. Às vezes consulto uma pessoa e ela vai no posto pegar a medicação e quase nunca tem. Mossoró tem um dos mais altos índices de suicídio do Estado, é falta de medicação, não tem o básico. No São Camilo, mês passado, um colega precisou tirar do próprio bolso quase dois mil reais para comprar medicação para os pacientes que estavam internados. Isso é uma vergonha. A ideia é: organizar os serviços básicos, isso é uma obrigação, combater a corrupção, temos inúmeras de denúncias de corrupção. Temos denúncia até de recebimento por parte de alguns políticos de R$ 16 milhões superfaturados, isso está sendo investigado. E a ideia desse grupo não é só fazer isso, o simplório, o obrigatório, é pensar Mossoró para o futuro, com planejamentos para que o setor produtivo atraia investimentos não só a nível nacional, mas também a nível internacional, nós temos potencialidades inúmeras, energia renovável, mineração, o setor de serviços, setor de lojas, Mossoró é uma cidade de varejo mas as pessoas estão indo para outro canto, estão indo comprar em Fortaleza, estão fazendo compra no exterior ao invés de Mossoró. Então esse grupo do qual doutor Daniel faz parte e o PSL vai estar junto, pensa dessa maneira: organizar os serviços que são básicos, que são obrigatórios, mas também pensar a longo prazo, pensar Mossoró, esquecer os últimos 30 anos, pensar em Mossoró 30 anos para o futuro.

PRN – Fique à vontade para suas considerações finais.

DS – Eu queria que as pessoas acompanhassem nossas redes sociais, tem aí nosso facebook doutordanielrn, que as pessoas podem ver nossa movimentação, e que as pessoas comecem a avaliar a política não por uma emoção, não de forma apaixonada, a gente pode torcer por um time de futebol, política a gente não pode pensar assim. Vamos ver o que as pessoas fizeram, quem teve oportunidade e trabalhou merece uma segunda chance, mas quem já teve várias oportunidades e não trouxe nada já está mais do que na hora de sair. Isso faz parte da democracia, a renovação. Eu queria que as pessoas vissem nossa campanha de filiação, venham para o PSL. Venham fazer parte dessa mudança. O Brasil está mudando para melhor, e nós vamos sim ter um futuro mais digno tanto para a gente quanto para nossos filhos. Vem para o PSL.

 

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