O Rio Grande do Norte tem 14 dos 69 reservatórios monitorados pelo Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (Igarn) com menos de 10% da capacidade de armazenamento. Os dados foram atualizados na última terça-feira (6).
Os menores volumes estão na Passagem das Traíras, em São José do Seridó, com 0,03% da capacidade; no Dourado, em Currais Novos, com 0,11%; e no Itans, em Caicó, com 0,36%.
Também estão abaixo de 10% os reservatórios Jesus Maria José, em Tenente Ananias (1,20%), Mundo Novo, em Caicó (1,25%), Alecrim, em Santana do Matos (1,51%), Zangarelhas, em Jardim do Seridó (1,97%), Totoró, em Currais Novos (2,31%), 25 de Março, em Pau dos Ferros (4,51%), Esguicho, em Ouro Branco (4,51%), Currais Novos, em Currais Novos (4,87%), Boqueirão de Parelhas, em Parelhas (7,17%), Sabugi, em São João do Sabugi (7,19%) e Caldeirão de Parelhas, em Parelhas (7,45%).
Apesar dos baixos volumes em parte dos mananciais, 13 reservatórios estão com mais de 80% da capacidade. Quatro atingiram 100%: Flechas, em José da Penha; Lagoa de Pium, em Nísia Floresta; Lagoa do Jiqui, em Parnamirim; e Arapuá, também em José da Penha.
Entre os maiores reservatórios do estado, a situação também varia. A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, entre Açu e Itajá, está com 37,35% da capacidade, o equivalente a 886,4 milhões de metros cúbicos.
O reservatório Oiticica, em Jucurutu, registra 70,38%, com 522,68 milhões de metros cúbicos. Já a barragem Santa Cruz do Apodi está com 68,06%, enquanto Umari, em Upanema, tem 57,43% da capacidade.
